AMAR, VERBO INTRANSITIVO
Idílio
Andrade, Mário de (Autor), Sagardoy, Walter (Colaborador), Editora, Linea (Colaborador), Simon, Fernanda R. Braga (Colaborador)
# Brasil, Modernismo, Romance (gênero literário), Texto integral, Amadurecimento, Relacionamentos, Amor, Família, Comportamento, Juventude, Princípios, Sentimentos, Séries e filmes
Sinopse
Amar, verbo intransitivo, de Mário de Andrade, é uma narrativa que mergulha no dia a dia da abastada família Sousa e apresenta ao leitor a realidade da burguesia industrial paulistana e alguns de seus segredos. Quando Sousa Costa contrata Elza, ela é apresentada como a professora de alemão, entretanto, a verdadeira missão dela é ensinar ao jovem Carlos a arte de amar. Classificado pelo autor como 'idílio' - texto leve sobre o amor - o livro trata com ironia a iniciação sexual de um adolescente, com uma narrativa experimental e escandalosa para a época.
Dados do Livro
Tipo: Livro Impresso
Título: Amar, verbo intransitivo
Subtítulo: --
Edição: 1 ª edição
Coleção/Série: Clássicos da literatura brasileira
Selo editorial: Principis
Editora: Ciranda Cultural
Título original: Amar, verbo intransitivo
Autores: Andrade, Mário de (Autor), Sagardoy, Walter (Colaborador), Editora, Linea (Colaborador), Simon, Fernanda R. Braga (Colaborador)
Palavras-chave: Brasil, Modernismo, Romance (gênero literário), Texto integral, Amadurecimento, Relacionamentos, Amor, Família, Comportamento, Juventude, Princípios, Sentimentos, Séries e filmes
Área: Infantojuvenil
Ano da edição: 2022
Idioma (s): Português
Origem do Produto: Brasil
Faixa Etária: --
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Formato do Livro (L x A x P): 15.5 x 22.6 x 1 cm
Peso: 0.18 kg
Encadernação: Brochura
Páginas: 128 páginas
Classificação fiscal: 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
ISBN: 9786555527278
Sobre o (a) Autor (a)
MÁRIO DE ANDRADE
Mário Raul de Morais Andrade foi um poeta, contista, cronista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo no país, ele praticamente criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua Pauliceia Desvairada em 1922.
