O PASQUIM
ANTOLOGIA – VOLUME II – 1972 / 1973
Jaguar e Sérgio Augusto (organização e apresentação)
# humor, cartum, jaguar, Henfil, millor Fernandes, Ivan lessa, Ziraldo, Paulo francis, politica, repressão, ítala nandi
Sinopse
O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar.
De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro.
A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) O Pasquim foi se tornando mais politizado à medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira.
O Pasquim abriu espaço para uma geração brilhante de artistas que estamparam em suas páginas um humor inteligente e irreverente durante mais de duas décadas de existência. Este segundo volume da série O Pasquim – Antologia reúne textos, entrevistas e ilustrações de grandes nomes do jornalismo, da música e do cinema nacional, publicados de 1972 a 1973.
Dados do Livro
Tipo: Livro Impresso
Título: O PASQUIM
Subtítulo: ANTOLOGIA – VOLUME II – 1972 / 1973
Editora: Editora Desiderata
Ano da edição: 2007
Idioma(s): Português
Origem do Produto: Brasil
Faixa Etária: --
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Formato do Livro (L x A x P): 22 x 30 x 2 cm
Peso: 0.40 kg
Encadernação: Brochura
Páginas: 368 páginas
Classificação fiscal: 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
ISBN: 9788599070321
Sobre o (a) Autor (a)
JAGUAR
Jaguar, pseudônimo de Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, (Rio de Janeiro, 29 de fevereiro de 1932) é um cartunista brasileiro. Sérgio Jaguaribe começou sua carreira em 1952 na revista Manchete onde, por influência de Borjalo passou a assinar somente Jaguar. Na mesma época trabalhava no Banco do Brasil subordinado a Sérgio Porto, que o convenceu a não deixar o emprego em favor do humorismo.
No início da década de 1960, passa a ser um dos principais cartunistas da revista Senhor, colaborando também na Revista Civilização Brasileira, na Revista da Semana, no semanário Pif-Paf e nos jornais Última Hora e Tribuna da Imprensa.
Lança sua primeira coleção em 1968, Átila, você é bárbaro. No ano seguinte, funda o jornal O Pasquim com Tarso de Castro e Sérgio Cabral. É o único a permanecer até o fim da publicação, em 1991, quando passa a editar o jornal A Notícia.
Em 2013, com os cinquenta anos da Turma da Mônica e os quarenta e nove de Sig, faz uma charge com a Mônica e o Sig. Em 2016 foi demitido do jornal O Dia após 30 anos.
SÉRGIO AUGUSTO
Sérgio Augusto (Rio de Janeiro, 1942) é um jornalista e escritor brasileiro.
Começou sua carreira como crítico de cinema do periódico Tribuna da Imprensa, em 1960. Trabalhou também nos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil, nas revistas O Cruzeiro, Fatos & Fotos, Veja e IstoÉ e nos semanários O Pasquim, Opinião e Bundas.
Foi repórter especial da Folha de S.Paulo de 1981 a 1996 e, atualmente, escreve no Caderno 2 de O Estado de S. Paulo e na revista Bravo!.
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